Objetivo: Desburocratizar os fluxos internos e tornar a gestão mais célere em todos os níveis.
Como será executado:
Fase 1 — Mapeamento (meses 1-3)
Criar comissão de desburocratização (1 docente + 1 técnico + 1 aluno + apoio da direção).
Inventariar todos os processos administrativos existentes: colegiados, departamentos, programas de pós-graduação.
Classificar por tipo (matrícula, aproveitamento, bolsas, compras, afastamentos, certificados) e por fluxo atual.
Identificar gargalos: etapas redundantes, documentos duplicados, prazos excessivos.
Fase 2 — Diagnóstico (meses 4-6)
Medir tempo médio de tramitação de cada tipo de processo.
Levantar quantas assinaturas/instâncias cada processo exige.
Identificar processos que poderiam ser digitalizados ou simplificados.
Ouvir os setores envolvidos (secretarias, direção, ATI, PROGRAD, PROPPG, PROEX).
Fase 3 — Proposta de redesenho (meses 7-12)
Redesenhar os fluxos prioritários com redução de etapas e prazos.
Propor digitalização de processos que ainda tramitam em papel.
Submeter propostas de alteração aos colegiados competentes.
Implantar os novos fluxos com período de transição e treinamento.
Ações efetivas na universidade:
Propor à PROGRAD/PROPPG a simplificação de formulários e prazos.
Solicitar à ATI a criação de fluxos digitais no sistema acadêmico.
Estabelecer prazo máximo de resposta em cada etapa (ex.: 5 dias úteis por instância) .
Objetivo: Zerar o passivo de solicitações não atendidas.
Como será executado:
Fase 1 — Levantamento (meses 1-2)
Solicitar a cada departamento a relação de solicitações pendentes (compras, manutenções, infraestrutura, pessoal).
Consolidar em planilha única com prioridade, valor estimado e responsável.
Classificar por: pendência administrativa, orçamentária, de infraestrutura ou de pessoal.
Fase 2 — Priorização (mês 3)
Classificar por criticidade: emergencial (30 dias), alta (90 dias), média (180 dias), baixa (12 meses).
Definir quais pendências podem ser resolvidas com recursos próprios do CCE e quais dependem de instâncias superiores.
Fase 3 — Execução e acompanhamento (meses 4-24)
Encaminhar pendências orçamentárias à PROPLAN .
Encaminhar pendências de pessoal à PRORH.
Encaminhar pendências de infraestrutura à Prefeitura do Campus.
Manter painel de acompanhamento público (integrando o pilar Transparência).
Relatório trimestral de evolução das pendências.
Ações efetivas na universidade:
Oficializar ofícios à PROPLAN, PRORH e Prefeitura do Campus com o consolidado de pendências.
Agendar reuniões com pró-reitores para destravar pendências prioritárias.
Criar protocolo de cobrança mensal das pendências encaminhadas
Objetivo: Oferecer serviços à sociedade e destinar os recursos ao departamento de origem.
Como será executado:
Fase 1 — Estruturação (meses 1-4)
Definir o regulamento do PAS: tipos de serviço, precificação, fluxo de solicitação, destinação dos recursos.
Mapear os serviços que cada departamento pode oferecer (análises laboratoriais, consultorias, cursos, emissão de laudos, desenvolvimento de software).
Criar catálogo de serviços do CCE com descrição, valor e responsável.
Fase 2 — Implantação (meses 5-8)
Lançar o PAS com página própria no site do CCE.
Divulgar o catálogo para empresas, órgãos públicos e comunidade externa.
Estabelecer fluxo de atendimento: solicitação → orçamento → execução → prestação de contas.
Fase 3 — Consolidação (meses 9-24)
Acompanhar a demanda e ajustar a precificação.
Publicar relatório semestral de serviços prestados e recursos gerados.
Destinar os recursos conforme regulamento (percentual ao departamento de origem, percentual ao fundo do CCE).
Ações efetivas na universidade:
Formalizar o PAS junto à PROEX (extensão) para enquadramento legal.
Alinhar com a Fundação de Apoio da UEL (se houver) para gestão financeira dos recursos.
Apresentar o programa à comunidade externa em parceria com a Agência de Inovação.
Revisar a Resolução CEPE nº 020/2014 – Regulamento do Programa de Professor Sênior
Objetivo: Atualizar o programa para ampliar a participação de professores aposentados.
Como será executado:
Fase 1 — Análise (meses 1-3)
Formar comissão de docentes para estudar a Resolução CEPE nº 020/2014.
Levantar o número de professores seniores ativos no CCE e os entraves à participação.
Comparar com regulamentos de outras universidades (benchmarking).
Fase 2 — Proposta (meses 4-8)
Elaborar minuta de alteração da resolução com sugestões de melhoria (ex.: ampliar carga horária, flexibilizar atividades, simplificar processo de adesão).
Submeter a proposta à apreciação do colegiado do CCE.
Encaminhar à Câmara de Pós-Graduação e ao CEPE para deliberação.
Fase 3 — Acompanhamento (meses 9-24)
Acompanhar a tramitação da proposta no CEPE
Divulgar o programa revisado aos professores aposentados.
Monitorar a adesão e propor ajustes.
Ações efetivas na universidade:
Oficializar a proposta de alteração ao CEPE com justificativa técnica.
Articular com outros centros da UEL para apoio conjunto à revisão.
Apresentar o tema na reunião do CEPE com dados do CCE.
Objetivo: Permitir maior participação dos técnicos em atividades de pós-graduação e pesquisa.
Como será executado:
Fase 1 — Levantamento (meses 1-4)
Mapear os dispositivos regimentais que limitam a atuação dos técnicos.
Levantar exemplos de outras universidades que já permitem essa participação.
Coletar demandas dos técnicos do CCE sobre o tema.
Fase 2 — Proposta (meses 5-10)
Elaborar minuta de alteração do regimento com os pontos de mudança.
Submeter à apreciação do colegiado do CCE.
Articular com outros centros para formar frente comum.
Fase 3 — Tramitação (meses 11-24)
Encaminhar a proposta ao Conselho Universitário (COU).
Acompanhar a tramitação e defender a proposta.
Divulgar o resultado à comunidade.
Ações efetivas na universidade:
Participar das comissões de revisão do regimento da UEL
Apresentar a proposta ao COU com dados e justificativa.
Articular com a associação de servidores técnicos da UEL .
Revisar o regimento para permitir que técnicos ministrem aulas e orientem em programas Stricto Sensu
Objetivo: Ampliar a atuação dos técnicos na pós-graduação.
Como será executado:
Fase 1 — Diagnóstico (meses 1-4)
Levantar quantos técnicos do CCE possuem titulação (mestrado, doutorado) e interesse em atuar na pós-graduação.
Mapear os dispositivos regimentais que impedem essa atuação.
Levantar experiências de outras universidades.
Fase 2 — Proposta (meses 5-10)
Elaborar minuta de alteração do regimento.
Submeter à apreciação do colegiado do CCE.
Articular com a PRORH e a Câmara de Pós-Graduação.
Fase 3 — Tramitação (meses 11-24)
Encaminhar ao COU.
Acompanhar a tramitação.
Divulgar o resultado.
Ações efetivas na universidade:
Oficializar proposta ao COU com dados dos técnicos titulados.
Articular com a associação de técnicos da UEL.
Propor projeto-piloto no CCE para testar a participação.
Objetivo: Ampliar a autonomia dos técnicos na pesquisa.
Como será executado:
Fase 1 — Levantamento (meses 1-4)
Mapear técnicos com interesse e capacidade de coordenar projetos.
Levantar os dispositivos que impedem essa coordenação.
Levantar editais que permitem técnicos como coordenadores.
Fase 2 — Proposta (meses 5-10)
Elaborar minuta de alteração do regimento.
Submeter à apreciação do colegiado do CCE.
Articular com a PROPPG.
Fase 3 — Tramitação (meses 11-24)
Encaminhar ao COU.
Acompanhar a tramitação.
Divulgar o resultado.
Ações efetivas na universidade:
Oficializar proposta ao COU.
Articular com a PROPPG para viabilizar a participação em editais.
Propor projeto-piloto no CCE .
Objetivo: Suprir as vagas existentes no Centro.
Como será executado:
Fase 1 — Levantamento (meses 1-3)
Mapear as vagas existentes no CCE (cargos, setores, funções).
Levantar a distribuição atual de técnicos por departamento.
Identificar setores críticos com déficit de pessoal.
Fase 2 — Proposta (meses 4-8)
Elaborar documento com a necessidade de contratação por setor.
Encaminhar à PRORH com justificativa técnica.
Articular com a reitoria para inclusão no plano de reposição.
Fase 3 — Acompanhamento (meses 9-24)
Acompanhar a realização de concursos e processos seletivos.
Manter diálogo permanente com a PRORH.
Relatório semestral de evolução do quadro.
Ações efetivas na universidade:
Oficializar à PRORH a necessidade de reposição de vagas.
Apoiar a realização de concursos para os cargos prioritários.
Articular com a reitoria para priorização do CCE no plano de reposição.
Garantir que os processos de colegiados e departamentos sejam mais ágeis e transparentes
Objetivo: Beneficiar diretamente a tramitação de demandas estudantis.
Como será executado:
Fase 1 — Mapeamento (meses 1-3)
Levantar os principais processos que impactam os alunos (matrícula, aproveitamento, bolsas, certificados, estágio).
Medir o tempo médio de tramitação de cada um.
Identificar gargalos específicos.
Fase 2 — Melhoria (meses 4-12)
Redesenhar os fluxos prioritários com redução de etapas.
Digitalizar processos que ainda tramitam em papel.
Estabelecer prazos máximos de resposta (ex.: 10 dias úteis para aproveitamento de disciplinas).
Publicar o status dos processos no painel de transparência.
Fase 3 — Acompanhamento (meses 13-24)
Monitorar os prazos e o cumprimento das metas.
Ouvir os alunos sobre a melhoria percebida.
Ajustar os fluxos conforme feedback.
Ações efetivas na universidade:
Propor à PROGRAD a simplificação de processos acadêmicos.
Solicitar à ATI a digitalização de fluxos no sistema acadêmico.
Criar canal de acompanhamento de processos estudantis.